Purple Apple: Mordida 26+ Música da Semana!

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Anna! Para quem acompanhava as histórias de Purple Apple, essa morena aí é literalmente de arrebentar ^_^

Espero que gostem da página.

 

Como estou com uma enxaqueca dos infernos hoje, bora imitar o som que está dentro da minha cabeça (TOC, TOC ) com a música:

 

Oomph! – Labyrinth

Oomph! é uma banda alemã de metal industrial formada em 1989, que nunca teve troca de membros.

É uma banda de apenas três integrantes: Dero (vocal e bateria), Flux (guitarra e sampling) e Crap (guitarra e teclados). Eles se encontraram no ano de 1989 em Wolfsburg, cidade sem tradição musical, mais conhecida pela matriz da Volkswagen.

A música do trio não se presta facilmente a rótulos. É uma mistura de gótico, metal, hard-rock e outros gêneros mais ou menos “sombrios”, que caracterizam toda uma vertente do rock industrial.

Fonte e para saber mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Oomph!

 

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Purple Apple: Mordida 24+ Música da Semana!

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Olá, seja bem-vindo a mais uma história que acontece na cidade de Mare Rosso!

Mona (Monique Gauthier) e Anna (Anna Ahmed) são velhas conhecidas. Vampiras e Cantoras que por anos eu lancei uma webcomic delas aqui.

Hoje, uma one shot, escrita pela querida Ana Recalde e desenhada por mim, Chairim!

Espero que gostem e apreciem a aventura dessas Francesas em terras Italianas. O que querem por aqui?

 

Música da semana, é algo que particularmente amo demais, e acho que combina muito com a dupla Purple Apple:

Amanda Palmer – The Killing Type

Sou fã da Amanda Palmer. Pelo que ela é, representa e pela música que faz. Se você ainda não conhece o trabalho dessa mulher, não perca tempo 😉

 

Amanda Palmer nasceu no Mount Sinai Hospital de Nova York, e cresceu em Lexingotn, Massachusetts. Ela frequentou a Lexington High School, onde participou do departamento de teatro. Depois, frequentou a Wesleyan University, onde foi membro de uma das fraternidades mais antigas dos Estados Unidos, a Eclectic Society. Ela encenou performances baseadas no trabalho da banda The Legendary Pink Dots, e esteve envolvida com a lista eletrônica de discussão da Legendary Pink Dots, a Cloud Zero. Nessa época, ela formou o coletivo Shadowbox Collective, dedicado ao teatro de rua e também a montagem de peças (como por exemplo a peça Hotel Blanc, que ela dirigiu, em 2002).

Interessada pelas artes performáticas, tanto musicais quanto cênicas, Palmer passou algum tempo se vestindo de uma estátua viva chamada “The Eight Foot Bride” (algo como “A noiva de dois metros e meio”) no Harvard Square, Cambridge; Edinburg, Scotland; Australia (onde conheceu Jason Webley); assim como em muitos outros lugares. Ela faz referência a essa linha de trabalho na canção “The Perfect Fit”, presente em álbum da The Dresden Dolls.

The Dresden Dolls

Numa festa de Halloween em 2000, Palmer conheceu o baterista Brian Viglione, com quem mais tarde formou a banda The Dresden Dolls. Empenhada em expandir a experiência e a interatividade das artes performáticas, Amanda passou a convidar estudantes da Lexington High School para realizarem peças de teatro em seus shows. A The Dirty Business Brigade, uma trupe de artistas jovens e diversos, participou de várias apresentações. Os personagens convidados se misturavam na platéia antes e durante o show, e alguns grupos veteranos às vezes participavam com coreografias no palco. Marionetes em tamanho natural, “coin-operated boys” estátuas vivas e outras manifestações underground recebiam os fãs, enquanto o circo e o burlesco chamavam a platéia para a música da Dolls, criando uma atmosfera participativa, que levava a platéia a experimentar vários tipos de arte simultaneamente.

Depois de conquistar seguidores, em 2002 a banda gravou o álbum de estréia, o homônimo “The Dresden Dolls”, com produção de Martin Bisi. O álbum foi produzido antes da banda ser contratada pela Roadrunner Records.

Em 2006, o songbook The Dresden Dolls Companion foi publicado – com texto, música e arte de Amanda Palmer. Nessa publicação, ela escreveu a história do álbum The Dresden Dolls e do duo, assim como uma autobiografia parcial. O livro também contém letras, partituras e comentários sobre cada música do disco, tudo escrito por Palmer, assim como um DVD com entrevista de 20 minutos com Amanda, sobre o processo de criação do livro. Em junho de 2007, como integrante da Dresden Dolls, participou da turnê True Colors Tour, que incluiu sua estréia na New York City’s Radio City Music Hall, e também sua primeira crítica no The New York Times.

Em Julho de 2008 saiu o segundo livro da Dresden Dolls, o “Virginia Companion”. É um desenvolvimento do The Dresden Dolls Companion, incluindo músicas e letras dos álbuns “Yes, Virginia…” (2006) e “No, Virginia…” (2008).

Fonte e para mais: Wiki!

Mordida 14 + Catarse + Música da Semana

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Mais uma semana, e estamos na reta final do Catarse! Gente, que troço tenso… ahaha o lindo é que falta bem pouco, bem pouco mesmo, pra Mare Rosso ser lançado totalmente colorido, já conferiu o projeto? Não? Então vai lá: Mare Rosso no Catarse

E pelo jeito a Ana não está com muita sorte, em? É… karma :p

Música da Semana:

Vamos entrar no clima dos vampiros nessa sexta =)

Blutengel- Reich mir die Hand

 

Sobre a banda:

Blutengel (em alemão: Anjo de Sangue) é um grupo alemão com gênero voltado ao Futurepop e de estilo gótico. A banda é formada por seu fundador, Chris Pohl (também integrante e criador do Terminal Choice, Tumor, Pain of Progress e Seelenkrank), todos seus projetos musicais. As letras são escritas em duas línguas, inglês e alemão, juntando vocais masculino e feminino.

Após enfrentar problemas legais no Seelenkrank, o conjunto voltou com novos integrantes e um nome redefinido: Blutengel. No começo as letras eram escritas em alemão, passadas mais tarde ao inglês. Usando os conhecimentos de D.J. do próprio Chris, mesclaram vozes femininas masculinas a um som eletrônico. As letras geralmente tratam de amor, tragédia, esperança e de todos os desejos do ser humano.[1]

No começo as vocalistas eram Kati Roloff e Nina Bendigkeit. Kati e Nina em dueto no Blutengel no álbum Child of Glass em 1999. Mesmo tendo o álbum como grande sucesso, demoraram dois anos para conseguir gravar outro disco, o Seelenschmerz.

No ano de 2000, Nina saiu da banda e Gini Martin foi encontrada para substitui-la, completando o dueto. “Children of the Night”, “Der Spiegel”, “Soul of Ice”‘ entre outras do CD “Seelenschmerz” obtiveram grande êxito, chegando ao mais alto Top da Alemanha.

 

Para saber + e Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Blutengel

 

 

Mordida 12 + Catarse + Música da Semana

Hey!
Gente, sexta passada não teve postagem porque a Chairim aqui tava piradinha com o catarse e esqueceu mesmo, me desculpem =(

Mas assim, a novidade boaaaa é que CONSEGUIMOS!

caravaggio_obrigada

Nesse exato momento estamos com 111% da Meta, buscando agora nos 25 dias restante a meta estendida para lançar colorido!!!
E aí? Quer apoiar? Conheça o projeto: https://www.catarse.me/pt/marerosso

Teve gente me perguntando se terá diferença do que é postado aqui. Claro! Além de histórias inéditas, muitas páginas que foram aqui postadas foram refeitas.

Como por exemplo a página da última postagem, vejam:

11 >> 11_b

 

Legal, né?

Bem, chega de enrolação, vamos pra página do dia, saber o que dona Ana tá aprontando!

12.jpg

Hu hu hu, só eu acho que vai dá encrenca?

Bom, antes de dá tchau, a música da semana, pra comemorar o catarse =D

Algo bem vampy =P

Royal Blood – Little Monster

Tradução da Letra:
Pequeno Monstro

Ei, pequeno monstro, eu estou de olho em você
Para onde você vai, para onde você está correndo?
Ei, pequeno monstro, você sabe que está tudo ok
Eu vou te amar, não importa o que você diga

Eu tenho amor em meus dedos
Luxúria na minha língua
Você diz que não tem nada
Então venha para fora e consiga algum
Mágoa a mágoa
Eu sou o seu lobo eu sou seu homem
Eu digo, “Corra, pequeno monstro”
Antes que você saiba quem eu sou

Ei, pequena criatura
Me diga o que está na sua mente
Onde você esteve se escondendo?
E eu posso vir desta vez?
Tanto prazer em agradar-te
E rasgar aquele coração fora de sua manga,
O que descobrimos

Eu tenho amor em meus dedos
Luxúria na minha língua
Você diz que não tem nada,
Então venha para fora e consiga algum
Mágoa a mágoa,
Eu sou o seu lobo eu sou seu homem
Eu digo ‘corra pequeno monstro’,
Antes que você saiba quem eu sou

Eu tenho amor em meus dedos
Luxúria na minha língua
Você diz que não tem nada
Então venha para fora e consiga algum
Mágoa a mágoa
Eu sou o seu lobo eu sou seu homem
Eu digo, “Corra, pequeno monstro”
Antes que você saiba quem eu sou

Sobre Royal Blood:

Royal Blood é um duo de rock britânico formada em Brighton em 2013. O som da banda é uma reminiscência de garage rock e blues rock.

A banda, composta pelo baixista/vocalista Mike Kerr e o baterista Ben Thatcher, foi formada em Worthing, em 2013, e fez seu primeiro show apenas dois dias após o retorno de Kerr para a Inglaterra a partir de seu “trabalho de férias” na Austrália. Durante o verão de 2013, o baterista Matt Helders dos Arctic Monkeys foi visto vestindo uma camisa de apoio à banda (antes do lançamento de seu primeiro single) durante o seu concerto “Glastonbury Festival”, em julho. Em 11 de novembro de 2013, a dupla lançou seu single de estréia, “Out of the Black”, que veio com um B-side chamado “Come On Over”.

Em novembro de 2013, foi anunciado que o Royal Blood estaria abrindo o show dos Arctic Monkeys para dois shows no Finsbury Park, em maio de 2014. Em dezembro de 2013, o Royal Blood foi nomeado para o “BBC Sound of 2014”.

Fonte e para saber mais: https://pt.wikipedia.org/wiki/Royal_Blood_(banda)